segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

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Celebrando os 200 anos de Orgulho e Preconceito

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Há vários livros que definem a minha vida, como Harry Potter. Porém há poucos livros foram muito importantes para o meu crescimento, além claro, de me proporcionar vários momentos de escape.

Parafraseando a mundialmente conhecida abertura do livro podemos falar que é uma verdade universalmente reconhecida que uma pessoa apaixonada por Jane Austen e por Orgulho e Preconceito, que mantém um blog literário, iria falar dessa data tão importante, como o aniversário de 200 anos de sua primeira publicação.

Em 28 de janeiro de 1813, na Inglaterra, era publicado pela primeira vez, Pride and Prejudice, em Português Orgulho e Preconceito, Jane tinha 37 anos quando o livro foi publicado, mas já trabalhava com o material a vários anos, que se chamava originalmente First Impressions, quando ela tinha somente 22 anos.

E tem um agravante, maior do que o livro ser tão importante para a humanidade:

Orgulho e Preconceito, é o meu livro favorito de todos os tempos.

Pode parecer estranho, ter um livro lançado a dois séculos, como o seu favorito. Porém quem já leu a trama, ou conhece um pouco da impôrtância para história e para a literatura que ele tem, pode começar a entender porque ele é o meu livro favorito.

Nesse blog, já fiz vários posts e 2 especiais sobre Jane Austen e as suas obras. Dessa forma, no bicentenário do lançamento do seu mais importante livro, resolvi fazer diferente: resolvi dedicar um ano inteiro a ele.

Sim, teremos uma programação normal no blog com resenhas e outras coisas como sempre, mas alinhado a isso, com posts no mínimo quinzenais teremos ao longo de 2013, resenhas, reviews além de descrições sobre como era a época, os lugares, as pessoas e tudo mais de interessante que acontecia nessa época, ligados a Orgulho e Preconceito e a sua criadora.

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Resolvi abranger essa comemoração durante o ano, porque os matérias sobre essa obra são muitos e de uma abragência grande, que se tentasse encaixar em um especial de uma semana ou menos, poderia acabar não mostrando a sua importância.

Dessa forma, você leitor também tem uma ‘folga’ para não ficar muito maçante.

E vamos falar de tudo mesmo! Inclusive, acompanhar as incontáveis adaptações que foram feitas, para o cinema, para a TV e até para a WEB.

Por isso, durante todo o ano, podem contar com vários posts especiais.

E mais importante: Podem contar com a  companhia de Lizzie Bennet durante o ano. Afinal, para uma das grandes mocinhas dos livros, foi criado o maior mocinho de todos os tempos, Mr. Darcy. E me digam, quem não gostaria de passar um ano inteiro com ele?

Fanny Ladeira

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

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Desafio Realmente Desafiante #1: Fazendo Meu Filme – A Estréia de Fani

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Como alguns de vocês sabem, resolvi participar do Desafio Realmente Desafiante proposto pelo blog Psiu que eu tó lendo.

Resolvi começar pelo que estava mais disposta e com vontade:

Um livro que tem um personagem com o seu nome ou apelido.

Livro Escolhido: Fazendo Meu Filme

 

Já ouvi falar muito da Paula Pimenta, sigo ela no Twitter, e tenho VÁRIAS amigas do mundo literário que simplesmente AMAM ela.

A pressão para eu lesse alguma coisa dela foi aumentando, e quando resolvi comprar o Fazendo Meu Filme, 2 pessoas da livraria comentaram o quanto o livro era maravilhoso, e que eu iria adorar. 

Ou seja, eu estava vivendo em um mundo que estava convergindo para ler a série. Comprei sem nemler a sinopse, somente confiando nas indicações.

Como vários livros da minha estante, ele chegou, ganhou um lugar lá e ficou. Quando topei o desafio, foi o primeiro que pensei em começar.

Achava que estava lendo um livro com uma persoangem que tivesse um apelido parecido com o meu, Fanny= Fani, a mesma coisa, certo?

Mas não! Não éra só isso! [ TAN, TAN, TAN] #lol

Sentei, abri o livro, comecei a ler a orelha e PÁ! Estava lendo um livro com uma personagem que tem o MEU NOME!!!!

O MEU NOME!!

Vou dizer só mais uma vez para ficar registrado: O MEU NOME!!!

Para quem não sabe meu nome é Stefânia, e mesma Fani do livro, era Estefânia, como eu! =DDD

Fiquei feliz, (e Emocionada), porque é tão difícil encontrar alguém até com o mesmo nome que eu, imagina uma personagem de um livro tão conhecido no Brasil!

A Fani também prefere ser chamada pelo apelido, mas temos uma coisa divergindo, ela odeia, e eu AMO o meu nome.

É diferente, bonito e tem um significado lindo!

Stefânia

Origem:Grego

Siginifcado: Coroa, Realeza

Além da coincidência do nome, a pergonagem ainda é de Minas Gerais (A Fani do livro é de BH e eu cresci em Varginha), e nós duas compartilhamos esse amor incondicional pelo cinema. Se eu tivesse lido esse livro com 15 anos, iria achar que Paula Pimenta tinha se baseado em mim! HA

A estória do livro:

Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima.

“Fazendo meu filme” nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades.

Tenho que falar que o começo do livro foi um pouco lento, e apesar de estar interessada nele pelo fatos acima, a estória ainda não havia me cativado. Mas no momento em que me deixei levar pela vida de Fani, fui ficando cada vez mais fascinada.

E revelando que eu também seria igual ela em diversos momentos, se tivesse 16 anos e estivesse passando por isso. Até a questão do intercâmbio, que em muitos livros seria a oportunidade de uma adolescente se esguelar porque não queria ir, aqui ela leva a noíticia como uma chance única.

Também gostei da turma de amigos, apesar de não ter tido tempo de todos se desenvolverem, e meuuu como ela não percebeu que o Leo gostava dela? Tipo ele é muito <3.

Os CD’s com os significados e tudo mais, muito fofinho!

Mas do que tudo, Paula criou uma estória cativante e muito bem estruturada que conta a narrativa de uma menina brasiliera, que poderia ser qualquer uma de nós, que cresceu e viveu no nosso país. E mais do que isso, ela consegue fazer com que cada um se sinta no lugar dela.

Torcemos, choramos (sim, eu chorei) e nos alegramos com cada momento dela! Definitivamente, a Fani é especial! (Mas eu acredito que é mal de Fani, todas elas são especiais! HA!).

Para finalizar esse desafio, gostaria de dizer que agora com 24 anos,ler esse livro me fez pensar em quem era eu a 10 anos, e quem era eu com 16 anos.

Não tive tantas oportunidades como a nossa heroína (apesar de quase morrer de vontade de ir fazer intercâmbio), mas batalhei, e batalho todos os dias para realizar os meus sonhos, e que é incrível ler um livro que nos faz lembrar de uma época tão única, quanto a nossa adolescência.

Peguei até minhas agendas da época, e percebi uma coisa: continuo a mesma. Menos boba (será?), mas ainda apaixonada por cinema. O cinema foi um grande companheiro nesses meus anos de aborrecência, e fico feliz de ver que não estou sozinha nisso.

Pelo menos não mais. Agora eu tenho a Fani, de Fazendo meu filme.

E que venha os próximos!

Fanny Ladeira

Paula Pimenta é uma menina que já passou da infância, mas ainda se sente assim. Menina. Talvez por ela gostar tanto de chocolate, animais, músicas infantis e tudo o mais que faz com que as pessoas pensem que ela está sempre no mundo da lua… Ela vive lá mesmo. Em uma dimensão paralela feita de sonhos e doce de leite, onde nenhum mal tem permissão para entrar. A Paula é publicitária não praticante; professora de música por necessidade; cantora, atriz e escritora por vontade. Mas não tem a menor idéia de onde vai estar daqui a 10 anos (ela espera que seja dando a volta ao mundo dentro de um balão).

domingo, 20 de janeiro de 2013

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Resenha: A Culpa é das Estrelas

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Livro: A Culpa é das Estrelas

Autor: John Green

Editora: Intrínseca

Nota: 5 Estrelas

Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante – o que lhe dá a promessa de vivier mais alguns anos – , o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certa dia aparece no Grupo de Apoio as Crianças com câncer. Juntos, os dois vão preenher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

Eu fiquei um pouco relutante em ler esse livro.

Primeiro, porque não conseguia entender todo o Hype que ele estava causando.

Segundo, porque já havia lido Procurando por Alaska, também do John Green, que apesar de ser bom, e ter sido tão bem comentado por vários leitores, não me agradou tanto.

“Só tem uma coisa pior neste mundo que bater as botas aos dezesseis anos por causa de um câncer: ter um filho que bate as botas por causa de um câncer.”

Então, eu estava em um dilema, ler o livro e gostar como todo mundo, seria fácil, mas e se eu não gostasse?

Não sei se é um problema comum com vocês, mas sempre quando leio um livro que todo mundo gostou, e que eu não achei lá grandes coisas, parece que o problema é comigo.

Às vezes, um livro enche você de um estranho fervor religioso, e você se convece de que esse mundo despedaçado só vai se tornar inteiro de novo a menos que, e até que, todos os seres humanos o leiam. E aí tem livros como Uma aflição imperial, do qual você não conseguem falar – livros tão especias e raros e seus que fazer propaganda da sua adoração por eles parece traição.”

Na verdade, é um pensamento ‘burro’, porque sempre vai ter uma coisa que você vai discordar da maior parte do universo, e isso é bom. Afinal, é da discordia que muita coisa legal saiu.

Porém, tenho que admitir que não é ‘A Culpa é das Estrelas’, que vai me fazer me diferenciar da maior da parte dos leitores. Muito pelo contrário.

A Culpa é das estrelas, The fault of our stars no original, foi o melhor livro que livro em 2012, e um dos melhores livros que já li na minha vida.

O fato de ter demorado quase  meses para finalmente escrever essa renha, era que queria colocar nela toda a importância e beleza que tem nesse livro, mas não consigo.

Felizmente, para isso temos John Green. Portanto, pegue uma cópia de A Culpa é das Estrelas e deixe que ele demonstre o quão bom o livro é.

Fanny Ladeira

john_greenJohn Green nasceu em 24 de agosto de 1977, em Indiana, Estados Unidos. Além de escritor, ele é crítico literário e comentarista de programas de rádio sobre literatura. Com o seu livro A Culpa é das Estrelas ele ganhou diversos prêmios e foi idnciado como o escritor do Ano pelo Entertaiment Weekly.

sábado, 12 de janeiro de 2013

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Resenha: Cante para eu dormir

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http://skoob.s3.amazonaws.com/livros/174523/CANTE_PARA_EU_DORMIR_1307069214P.jpgLivro: Cante para eu dormir

Autora: Angela Morrison

Editora: Pandorga

Nota: 2,5 estrelas

Cante para eu dormir revelará a dura realidade da vida, a energia firme da amizade e mostrará que o verdadeiro amor transcende tudo.

O livro conta a história de Beth, uma garota que sofre bulling e passa toda sua infância sendo rejeitada por sua aparência. As únicas pessoas a aceitá-la são sua mãe e seu melhor amigo, Scott. Mas tudo isso fica para trás quando ela é convidada para ser a vocalista do coral da escola e recebe a transformação que lhe dará a oportunidade de conhecer um amor que vai além de tudo, até mesmo da própria vida.

Derek é tão lindo, tão doce, tão fantástico que Beth acha que não merece, mas quer experimentar, mesmo estando á milhas de distância. Porém, existem segredos não revelados entre eles.

Expectativa é uma coisa instável. Pode tanto lhe fazer amar ainda mais alguma coisa, porque ela foi além das suas expectiativas,

Quanto achar que você deveria ter ido com menos sede ao pote.

Por exemplo, o livro Cante para eu dormir, era uma livro que eu tinha muita expectativa. Lembro que a Thais do Insane Little things, resenhou ele a um tempo atrás, quando o livro ainda nem havia chegado no Brasil.

Com uma capa linda, e um título irresistível em inglês "Sing to me Sleep", a estória tocante, prometia me fazer chorar tudo que deveria.

O livro demorou para chegar no Brasil, e quando finalmente foi lançado se esbarrou no fato de ser de uma editora pequena, e por isso foi difícil encontrar.

Quando vi ele na Bienal de São Paulo, não pensei duas e comprei.

Com tantos livros na prateleira, o livro foi ficando e ficando, esperando um final de semana tranquilo, para ser lido com calma.

Quando peguei para ler....a expectativa foi um empecilho, e infelizmente, não gostei tanto do livro como esperava. =(

Para começar, achei a estória da Beth triste, toda a sua necessidade em lidar com uma coisa tão superficial mas ao mesmo tempo tão impactante, como a aparência.

Porém, com o desenrolar, tudo que foi feito para transformar-lá de patinho feio em uma das mais belas da escola, foi tão....simples, que não é possível que tendo uma mãe que se demonstrou ser atenciosa ela não correu atrás disso.

Ao ler o relato no início, achava que ela tinha algum tipo de deformidade irreversível, mas só foi necessário algumas sessões de laser e umas idas ao cabelereiro para ficar super bonita? Não me convenceu!

No todo, a estória me cativou, mas não me aproximou (entendem?) e me senti como uma espectadora sem muito interesse assistindo um filme triste.

Nem mesmo os romances do livro me fizeram amolecer, e por isso terminei o livro somente tendo chorando no primeiro solo de Beth, quando ela fala da sua paixão pela música.

Essa sim foi uma cena linda de ser ler!

Não me levem a mal, o livro tem vários pontos altos, e tenho certeza que fará muita gente chorar por aí. Só que me pegou em um momento não tão bom, e acabou ficando esse sentimento de distanciamento.

A narrativa é um pouco travada, o que não posso dizer que é da tradução, mas em compensação o livro tem letras bem grandes, o que faz a leitura render bastante. =P

De qualquer forma, espero que a visão de alguém que foi com muita sede ao pote, ajude a você que sempre quis ler esse livro, ou se interessou, ajude a segurar as suas expectativas, e assim aproveitar muito mais a leitura.

Afinal, pelo bem ou pelo mal, é uma estória que merece ser lida.

Fanny Ladeira

http://1.bp.blogspot.com/_dcAuU5T-UbQ/Sw9FL1FUbnI/AAAAAAAAB1s/yDE9iEjctQc/s320/angela+morrison.jpgAngela Morrison formou-se na Universidade Brigham Young e recebeu o título de Mestre em Escrita para Crianças e Jovens na Vermont College. Ela vive em Mesa, Arizona. Para conehcer mais sobre ela, acesse o seu site ofícial!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

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Desafio Realmente Desafiante 2013

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Como falei no primeiro post do ano, estarei participando do Desafio Realmente Desafiante 2013, proposto pleo blog da Clícia Godoy, o Silêncio que eu to Lendo.

O desafio esse ano tem uma proposta bem bacana, e que vem de encontro com a minha necessidade de reduzir as minhas compras, e ler o que já foi adquirido anteriomente:
Lendo as compras de 2012 e livros guardados
Como qualquer desafio tem as suas regras, nesse temos que cumprir pelo menos 12 do 18 desafios propostos que são eles.
1. Ler um livro que você ganhou, não gostou muito e ficou na prateleira.
2. Ligar para um amigo, ou mandar uma mensagem no face, e pedir uma indicação de livro! Se você não tiver o livro, NÃO VALE COMPRAR, peça emprestado.
3. Ler um livro com um doce na capa.
4. Ler um livro com um casal apaixonado na capa.
5. Ler um livro que o autor tenha a mesma inicial que a sua.
6. Peça para alguém olhar na sua estante e escolher um livro a muito esquecido.
7. Ler um livro que é citado em outro livro. (Por exemplo: A Bella em crepúsculo cita "O morro dos Ventos Uivantes"
8. Ler um livro que foi lançado no ano do seu nascimento.
9. Ler um livro cujo título tenha mais de 5 palavras.
10. Ler um livro que tenha entre 300 e 350 páginas.
11. Ler um livro nacional.
12. Ler um livro que você ganhou de presente de aniversário.
13. Ler um livro com a capa entre bege e marrom.
14. Ler um livro de zumbis.
15. Ler um livro com a capa feia. ( E explicar o porque não gosta da capa!)
16. Re-ler e resenhar um livro que leu a muito tempo e nunca resenhou!
17. Ler um livro que tenha um personagem com o seu nome ou que tenha o mesmo apelido que você.
18. Ler um livro com a capa com letras amarelas.
Não sei se tenho todos esses livros na prateleira, mas sei que boa parte ali vou conseguir cumprir fácil.
Então bora começar a correr porque o ano só começou, mas não vale ficar para trás.
Fanny Ladeira

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

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Desafios de leitura: 2013

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3º dia do ano, e tenho certeza que tem várias pessoas já mudando, adaptando ou até mesmo deixando pra lado aquela resolução de ano novo.

Apesar de ser a época mais procurada e esperada de ser se fazer resoluções, cada dia podemos estar estipulando novas metas para a nossa vida. E quanto a mudar as resoluções já feitas, é uma coisa que acontece até naturalmente, afinal mesmo em um curto espaço de tempo (365 dias), nossas vidas mudam e precisamos adaptar as metas para não ficar perdendo tempo com coisas que não nos importam mais.

O cuidado, é só se manter firme nas que realmente queremos realizar, para também não desistirmos dos nossos sonhos facilmente.

Minha resolução ano passo era ler 100 livros, e cheguei na marcar de 97 livros. Nos últimos dias tentei correr atrás do tempo perdido, mas ao 45 do segundo tempo, pouca coisa pode ser feita para tentar alterar uma programação que deve ser anual.

Em muitos momentos de 2012, resolvi reler outros livro ao invés de ler novos, e por isso a minha meta de 100 livros não foi alcançada (não conto livros repetidos).

Mas apesar de não atingir a meta, gostei das minhas leituras de 2012, e fico feliz de ter chegado quase lá!

Para 2013, o número aumentou, mesmo eu não tendo conseguido atingir a marca desse anos.

Meu desafio pessoal é ler 110 livros.

Ao contrário dos anos anteriores, esse ano não terá lista inicial, mas tenho um total de 200 livros para ler no Skoob, então não acredito que terei problema.

A medida que for lendo, vou colocando os livros, os links para resenha, assim como a quantidade lida em cada mês, igual costumava ser no desafio anterior.

Se sentir que fui muito especifica nas minhas leituras desse ano, volto a colocar uma meta de livros diferentes a ser lidos, para poder diversificar a leitura.

Desafio Pessoal 2013 – 110 livros


    2013 Reading Challenge

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Desafio Realmente Desafiante – 2013

Lendo as compras de 2012 e os livros guardados

Além disso, estarei participando do Desafio Realmente Desafiante 22013, organizado pelo Psiu! Silêncio que eu tó Lendo. Gostei do desafio, porque tem várias oportunidades de livros diferentes, e que estão a muito tempo na minha prateleira.


Isso me lembra que uma das minhas metas pessoais é (tentar) comprar menos livros.

De qualquer forma, espero que vocês montem as melhores metas para o ano de 2013, e que consigam cumpri-las.

Fanny Ladeira

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Resenha: Scarlett Fever

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http://thebooksmugglers.com/wp-content/uploads/2010/03/Scarlett-Fever-HC.jpgLivro: Scarlett Fever – Suite Scarlett #2

Autora: Maureen Johnson

Editora: Point

Nota: 2,5 estrelas

Desde que a Sra. Amberson, uma aspirante atriz que virou agente, entrou na vida de Scarlett Martin, nada tem sido o mesmo.

Ela ainda é responsável pela Empire Suite no hotel da sua família, mas ela é também a assistente da Sra. Amberson, correndo pela cidade com uma importante cliente, Chelsea – uma estrela da Broadway da idade de Scarlett com uma mãe que a faz lhe sentir insignificante.

Scarlett ainda tenta passar pelas aulas, com o um parceiro de biologia, que está sendo atencioso demais, e ainda superar o garoto que quebrou o seu coração.

Eu resenhei Suite Scarlett, há alguns meses, e agora venho apresentar a continuação dessa estória. Eu havia comprado Scalett Fever há mais de um ano, mas quando comecei a ler, percebei que a estória estava na metade e advinha: Tinha outro livro antes! HA!!

Então primeiro tive que correr atrás do Suite Scarlett para depois poder ler esse. E como é difícil achar livros da Maureen no Brasil. Só importando para conseguir rápido.

E até agora eu não entendi como as editoras nacionais ainda não descobriram ela!

Suite Scarlett é ótimo, e Scarlett Fever, foi uma forma dela continuar a estória dos personagens, já que ficou algumas pontas soltas no final do primeiro livro.

Apesar da estória desse livro ser interessante (e divertida), fiquei com a sensação de que não havia uma real necessidade de ter continuado a estória. Não me entendem mal, não senti que foi um livro para ganhar dinheiro, e ela demonstrou muito bem, que tem um carinho pelos personagens e que queria trabalhar com eles um pouco mais.

Porém, não ficou claro no final, com a trama apresentada em sua totalidade, a real necessidade de mostrar os desenvolvimentos apresentados.

Os Martins são muito divertidos, e adoro a relação de cumplicidade quase entre o Stevie a Scarlett, mas até mesmo a mudança da Marlena para uma atitude mais suavizada não ficou bem explicada. Sem contar no final de Lola. De todas as mudanças apresentadas nesse livro, essa foi a que me deixou mais confusa e sem explicação. E os Martin se tornaram um pouco menos possessivos, atitude que me deixou um pouco incomodada no outro livro.

Resumindo, é um bom livro para quem quer continuar a ler a estória da Scarlett, mas para quem está conhecendo a obra da Maureen sugiro ler Suite Scarlet e depois ir atrás de outros livros dela, e posteriormente voltar para ler esse.

Só para não ocorrer mais confusão, verifiquei e não tem outro livro da série. =P

Fanny Ladeira

Maureen Johnson é uma autora americana de livros YA (Young Adults). Ela já publicou 8 livros, incluindo a Série Scarlett. Ela atualmente mora em Nova York, e está preparando a sequência do livro The Name of Stars. http://www.maureenjohnsonbooks.com